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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A BAILARINA !!!!


A bailarina não se preocupa... 
com a sua apresentação ...
A bailarina apenas dança  ...
e no bailar se encontra...

sábado, 4 de novembro de 2017

BOOKS 5/2017





42.
Carlo Rovelli
L’ordine del tempo
Adelphi Editori



43.
Rudyard Kipling
Três contos da Índia
Edições Cotovia,
Lisboa, 1998


44.
George Simenon
Il cavallante della “Providence”
Traduzione di Emanuela Muratori
Adelphi Edizioni


45.
Cicero
Tratado da República
Tradução Francisco de Oliveira
Círculo de Leitores de Lisboa


46.
George Simenon
I’ll defunto Signor Gallet
Traduzione di Elina Klersy Imberciadori
Adelphi Edizioni


47.
Rutger Bregman
Utopia For Realists
Bloomsbury Publishing Plc


48.
Georges Simenon
L’impiccato di Saint-Pholien
Adelphi Edizioni


49.
Gabriele Fink und Regina Gößwald
Kreuz & quer durch die Passage
Autoren Produktion


50.
George Simenon
Una testa in gioco
Adelphi Edizioni


51.
Ferruccio de Bortoli
Poteri forti (o quasi)
La nave di Teseo Editore


52.
George Simenon
Pietr il Lettone (1931)
Traduzione di Yasmina Mélaouah
Adelphi Edizioni

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

BOOKS 1/2017



Books 1/2017

1.
Matsuo Bashō
Centoundici Haiku
A cura di Peter Otiv Norton
Revisione poetica di Elena Pozzi
Editore La Vita Felice

2.
Bashō
Piccolo Manoscritto nella Bisaccia
Cura di Lydia Origlia
Piccola Enciclopedia
Numero 146
Edizione SE

3.
Charles Bukowski
Una Donna sulla Strada
Editore Ugo Guanda

4.
Antonio Paolucci
La Capella Sistina
Edizione Musei Vaticani

5.
Drummond
Poesie
Edizione bilingue
Portuguese Italiano
Editore

6.
Dario Fo
Quasi per caso una Donna
CRISTINA di Svezia 🇸🇪
Romanzo
Ugo Guanda Editore

7.
Emilio Salgari
Il Bramino dell Assam
Bemporad Editori

8.
Giovanni Papini
Ritratti Stranieri
(1908-1921)
Vallecchi Editore

9.
Jamile do Carmo
O
Edizioni Mandala

10.
Zygmunt Bauman
Gli Usi Postmoderni del Sesso
Il Mulino Editore

11.
Antonio Tabucchi
Mulher de Porto Pim
Publicações Dom Quixote

12.
Constantino Kavafis
Le Poesie
Traduzione di Nicola Crocetti
Einaudi

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Dante





" Onde si muovono a diversi porti

per lo gran mar de l'essere ..."

" E movem-se, por um ou outro lado,
no vasto mar do ser ..."

Paradiso I, 112-113



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

ANTONIO MACHADO TRADUZIDO POR MARIA TERESA PINA



Cantares (Antonio Machado)

Nunca persegui a glória
nem deixar na memória
dos homens minha canção
eu amo os mundos sutis
leves e gentis,
como bolhas de sabão


Gosto de ver-los pintar-se
de sol e grená, voar
abaixo o céu azul, tremer
subitamente e quebrar-se…


Nunca persegui a glória
Caminhante, são tuas pegadas
o caminho e nada mais;
caminhante, não há caminho,
se faz caminho ao andar


Ao andar se faz caminho
e ao voltar a vista atrás
se vê a senda que nunca
se há de voltar a pisar


Caminhante não há caminho
senão há marcas no mar…


Faz algum tempo neste lugar
onde hoje os bosques se vestem de espinhos
se ouviu a voz de um poeta gritar
“Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar”…


Golpe a golpe, verso a verso…
Morreu o poeta longe do lar
cobre-lhe o pó de um país vizinho.
Ao afastar-se lhe viram chorar
“Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar…”


Golpe a golpe, verso a verso…
Quando o pintassilgo não pode cantar.
Quando o poeta é um peregrino.
Quando de nada nos serve rezar.
“Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar…”


Golpe a golpe, verso a verso.
(Tradução de Maria Teresa Almeida Pina)


Cantares




Antonio Machado





Todo pasa y todo queda,



pero lo nuestro es pasar,



pasar haciendo caminos,



caminos sobre el mar.





Nunca persequí la gloria,



ni dejar en la memoria

de los hombres mi canción;

yo amo los mundos sutiles,

ingrávidos y gentiles,

como pompas de jabón.


Me gusta verlos pintarse

de sol y grana, volar

bajo el cielo azul, temblar

súbitamente y quebrarse…

Nunca perseguí la gloria.

Caminante, son tus huellas

el camino y nada más;

caminante, no hay camino,

se hace camino al andar.


Al andar se hace camino

y al volver la vista atrás

se ve la senda que nunca

se ha de volver a pisar.


Caminante no hay camino

sino estelas en la mar…


Hace algún tiempo en ese lugar

donde hoy los bosques se visten de espinos

se oyó la voz de un poeta gritar

“Caminante no hay camino,

se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso…

Murió el poeta lejos del hogar.

Le cubre el polvo de un país vecino.

Al alejarse le vieron llorar.

“Caminante no hay camino,

se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso…

Cuando el jilguero no puede cantar.

Cuando el poeta es un peregrino,

cuando de nada nos sirve rezar.

“Caminante no hay camino,

se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso.

FONTE :  BLOG
http://blogs.utopia.org.br/poesialatina/cantares-antonio-machado/

sábado, 16 de setembro de 2017

Books 4/2017





32.
Umberto Eco
Histórias das terras e lugares lendários
Record  

33.
Margarida Patriota
Laminário
Sete Letras
Viveiros de Castro Editora

34.
Nelson Rodrigues
O casamento 
Editora Nova Fronteira 

35.
Ana Maria Machado
Sinais do Mar
Editora Gaia 

36.
Ivo Barroso 
A Carta de Pero Vaz de Caminha
Sesi- Sp editora 

37.
Quintus Tullius Cicero
Commetariolum Petitionis
How to Win an Election
Translated by Philip Freeman
Princeton University Press

38.
Matsuo Bashô
O Eremita viajante
Obra completa 
Assírio & Alvim

39.
Cesare
La Guerra Gallica
Introduzione Ettore Barelli
Traduzione Fausto Brindesi
Classici greci e latini
BUR Rizzoli 

40.
Richard Lourie
Putin, his downfall and
Russia's coming crash
Thomas Dunne Books

41.
Belinda Thomson
I dipinti di Van Gogh
Van Gogh Museum